Cartas de Suscetibilidade

Cartas de Suscetibilidade

Programa de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais 2012-2015

Objetivo

Cartografar áreas suscetíveis a movimentos gravitacionais de massa e inundação, classificadas como alto, médio e baixo, relacionadas, principalmente, com movimentos de massa e inundações, em municípios brasileiros priorizados pelo Governo Federal.

Escala

As informações geradas para a elaboração da carta estão em conformidade temática com as escalas 1:50.000 (AC, AM, AP, PA, RO e RR) e 1:25.000 (demais estados), podendo a carta eventualmente ser apresentada em escalas menores.
Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundações

Produtos Gerados e Disponibilização dos Dados

Os produtos gerados pelo projeto compreendem:
    • Cartas de Suscetibilidade contendo as áreas suscetíveis e encartes dos temas, tais como hipsometria, declividade, padrões de relevo, dados hidrológicos e, ocasionalmente, litologias (formato PDF).
    • Banco de dados em SIG (formatos shapefile e raster – Ortoimagens e MDEs) https://goo.gl/MF7pdG
    • Visualizador do banco de dados geográfico do projeto: RISCOS GEOLÓGICOS.GIS.

Os metadados das cartas finalizadas podem ser consultados através do catálogo de metadados da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais – INDE.

As bases cartográficas apresentam escalas variando de 1:250.000 a 1:25.000, ocasionalmente ajustadas à escala 1:25.000 (rede de drenagem, rodovias e mancha urbana) e/ou modificadas pela CPRM para atender aos interesses do projeto. O IBGE, através de sua Diretoria de Geociências, está executando a validação da qualidade geométrica dos mapeamentos cartográficos das bases oriundas dos levantamentos por RADAR, aerotransportado e aerofotogrametria digital, a fim de garantir a precisão necessária para a elaboração das cartas de suscetibilidade. Esse trabalho de validação é composto por levantamentos de malhas de pontos de controle em campo e posterior elaboração de relatórios de análise geoestatística.

As imagens utilizadas nas interpretações são oriundas do RapidEye (resolução 5,0 m), ortoimagens de RADAR (resolução 2,5 m) e ortofotos (resolução de 0,39 a 10 m). Foram utilizados modelos digitais de elevação e terreno oriundos de levantamentos por RADAR (resolução de 1,0 a 10 m), aerofotogramétricos (resolução de 1,0 a 20 m) e do TOPODADA-INPE (resolução 30×30 m).

Referência

Serviço Geológico Brasileiro – Gestão Territorial – Geologia de Engenharia e Riscos Geológicos.

Mapeamento Colaborativo de Pontos de Alagamento na Cidade de São Paulo

Nossa colaboradora, Eliane, está desenvolvendo seu projeto de mestrado na Poli-USP na área de VGI (Volunteered Geographic Information) com aplicação no Mapeamento de Pontos de Alagamento na Cidade de São Paulo – SP.
Utilizando a ferramenta Ushahidi e hospedado no serviço Crowdmap, ela desenvolveu uma página para receber e visualizar informações sobre a ocorrência de pontos de alagamento na cidade de São Paulo – SP.
Por se tratar de Mapeamento Voluntário e Colaborativo (crowdsourcing)  precisamos da participação de todos os cidadãos que se disporem a colaborar informando sobre essas ocorrências, pois além de servir como um serviço público para alertar as pessoas sobre possíveis áreas de risco de alagamentos na cidade também servirá como contribuição voluntária para a coleta de dados necessários à conclusão da pesquisa científica de nossa colega.

https://pontosdealagamento.crowdmap.com

Para informar os pontos alagados envie um relato pelo site ou utilize o aplicativo para celular (instale o App Ushahidi – para Android ou iOS – e acrescente o link: https://pontosdealagamento.crowdmap.com você precisará também ter o dispositivo de GPS acionado em seu smartphone e acesso à Internet).