Academia FOSS4G

Foi lançada a Academia FOSS4G!
Pela primeira vez que há um currículo completo de SIG baseado em software livre e open source (FOSS4G)!
Melhor ainda o material está disponível gratuitamente para todos.
O currículo é composto por cinco cursos:

  1. GST 101 – Introdução à Tecnologia Geoespacial
  2. GST 102 – Análise Espacial
  3. GST 103 – Aquisição de Dados e Gerenciamento
  4. GST 104 – Cartografia
  5. GST 105 – Sensoriamento Remoto

Acesse: http://foss4geo.wordpress.com

IDEA-SP – Infraestrutura de Dados Espaciais Ambientais do Estado de São Paulo

O IDEA-SP  (Infraestrutura de Dados Espaciais Ambientais do Estado de São Paulo), traz a Base Territorial Ambiental Unificada do Estado de São Paulo cujo os dados podem ser acessados via Geoportal ou clientes CSW (Catalog Service Web são ferramentas desenvolvidas para consulta em banco de metadados para informações geográficas).

Projeto DataGEO

O Geoportal DataGEO permite o compartilhamento de dados geoespaciais organizados, catalogados, padronizados e validados de maneira fácil e eficiente.
É a construção da Base de Conhecimento Ambiental Territorial da Secretaria de Meio Ambiente – SP, consolidando bases cartográficas, mapas temáticos, ortofotos e dados ambientais gerados pelo Sistema Ambiental Paulista.

Acesse: http://datageo.ambiente.sp.gov.br

GeoPortal IGC – Instituto Geográfico e Cartográfico de São Paulo.

CartaLinx – Edição Vetorial com Topologia e Construção de Banco de Dados associado.

O laboratório ClarkLabs da Clark University (Worcester – MA/USA), produtora do IDRISI, o mais eficiente SIG para Análises Espaciais, está liberando gratuitamente o CartaLinx, um completo editor vetorial usado para criar coberturas (coverages / geometrias), que consiste nas definições das características espaciais em formato vetorial e tabela de valores de atributos associados. Estes dados são, então, normalmente exportado para um SIG.
Ele aceita dados de uma variedade de fontes, incluindo o uso de um mouse, dispositivos GPS e mesas digitalizadoras. Com o CartaLinx, independentemente do modo de entrada que você está usando, você pode usar cálculos COGO  (geometria de coordenadas) de distância e rumo para especificar o local do próximo vértice ou nó.

O CartaLinx usa um sistema topológico completo de edição/digitalização com capacidades para:

  • Automaticamente construir vetores com  topologia (conectividade entre nós, arcos e polígonos);
  • Geração automática de polígonos e de atribuição de identificação, por meio de localizadores de polígonos (pontos de etiquetas);
  • Inserção, deleção ou movimento de nós, arcos ou vértices de arco;
  • Transformação em tempo real de projeção / datum de dados digitalizados e de entrada do GPS para atender às especificações do sistema de referência do mapeamento;
  • Recurso de filtragem e extração de novos bancos de dados espaciais com base em atributos de características (filtro) ou localização (clip);

Ele também tem significativa capacidade de análise e mapeamento, incluindo:

  • Suporte na consulta banco de dados relacional, produzindo mapas personalizados com base em atributos específicos;
  • Suporte para modelagem matemática, a criação de novos campos de dados derivados usando operações matemáticas em campos existentes;
  • Recurso de consulta interativa, apresentando de imediato os atributos para qualquer recurso, basta clicar sobre uma feição;
  • Monitoramento de rotas em tempo real via GPS usando um fundo com imagem;
  • A colocação do texto com escala sensível ao dimensionamento.

Acesse a página da ClarkLabs {http://www.clarklabs.org/products/cartalinx.cfm} para baixar o CartaLinx e também copiar o serial para ser usado na instalação (por respeito aos direitos da ClarkLabs eu não vou colar o número aqui, acesse a página que você irá encontrá-lo).

– Respeite os direitos autorais, não copie publicações, pode publicar sobre as postagens em seu blog, desde que não faça cópia completa da publicação nem deixe de colocar o link para a postagem original e a referência aos autores.

Cartas Topográficas

Nova redação do Decreto n° 89.817 (Normas Técnicas da Cartografia Nacional), com as alterações efetuadas pelo Decreto 5334/2005:
ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/geodesia/projeto_mudanca_referencial_geodesico/legislacao/decreto_89817_nova_redacao.pdf
Resolução do Presidente do IBGE Nº 1/2005 (Altera a caracterização do Sistema Geodésico Brasileiro):
ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/geodesia/projeto_mudanca_referencial_geodesico/legislacao/rpr_01_25fev2005.pdf

IBGE lança nova base cartográfica em escala 1:250.000


A Base Cartográfica para o território nacional em escala 1:250.000 (BC250), que faz parte do projeto SIGBRASIL, é um projeto pioneiro no Brasil, desenvolvido pelo IBGE. Referência cartográfica para as ações de planejamento, monitoramento e atualização das informações dos recursos naturais do país, a nova escala (em que 1 cm no mapa significa 2,5 km no terreno) possibilita uma visualização muito mais detalhada do que a escala anterior de 1:1.000.000. A BC250 está disponível em formato shape, que permite utilização em programas de sistema de informações geográficas (SIG) no link: ftp://geoftp.ibge.gov.br/mapeamento_sistematico/base_vetorial_continua_escala_250mil
Fonte: IBGE Comunicação Social, 20 de agosto de 2012.


Estão disponíveis as Cartas Topográficas do Mapeamento Sistemático (em diversas escalas, principalmente 1:50.000) em formato raster (Folhas Topográficas completas escaneadas) na Biblioteca Digital do IBGE: Coleção Digital: Mapas

Global Administrative Areas Database – GADM

GADM é um banco de dados espacial da localização das áreas administrativas do mundo (ou limites administrativos impostos) para uso em GIS e softwares similares.
Áreas administrativas neste banco de dados são as fronteiras dos países e subdivisões de nível inferior, como províncias, departamentos, bibhag, Bundesländer, daerah istimewa, fivondronana, Krong, landsvæðun, Opština, sous-prefeituras, municípios, e thana.
O GADM descreve onde estas áreas administrativas estão (as "características espaciais"), e para cada área ele fornece alguns atributos, como o nome e os nomes variantes.
Com poucas exceções, a subdivisão de segundo nível já foi mapeado para todos os países (ver estes mapas por nível de subdivisão).
A versão atual do GADM delimita 556,049 áreas administrativas (ou 218,238, se contar apenas o nível mais baixo para cada país).
Os dados estão disponíveis como shapefile, geodatabase ESRI, RData, e formato do Google Earth kmz.
Os shapefiles podem ser usado pela maioria dos softwares de mapeamento e "SIG", você pode baixar um programa gratuito como o QGIS ou DIVA-GIS. Os arquivos RData podem ser usados no R com o pacote ‘sp‘ carregado.
Você pode baixar os dados por país ou o mundo todo. Nosso objetivo é mapear as áreas administrativas de todos os países, em todos os níveis.
Nós usamos uma alta resolução espacial, e um extenso conjunto de atributos para cada aspecto espacial.
Este é um projeto sem fim, mas estamos felizes em compartilhar o que temos até agora.
Por favor, contribua da melhor maneira que você puder, nos enviando uma mensagem para apontar erros, ou melhor ainda, para enviar um arquivo melhor para um país de seu interesse.
Fontehttp://www.gadm.org/


Mapas IBGE > Divisão Administrativa do Brasil
Mapa de Municípios 2010ftp://geoftp.ibge.gov.br/malhas_digitais/municipio_2010
Setores Censitários 2010: ftp://geoftp.ibge.gov.br/malhas_digitais/censo_2010/setores_censitarios
Os resultados do Censo 2010 podem ser obtidos na página http://www.censo2010.ibge.gov.br onde o IBGE colocou os atalhos para os Servidores FTP onde estão armazenados os dados geográficos e estatísticos.
Setores Censitários são a menor divisão territorial adotada pelo IBGE e eles contém todas as outras divisões (País > Região> Estado > Município > Distritos > Bairros > Setores Censitários).
Use um programa gerenciador de FTP para baixar os dados, é muito mais pratico (eu recomendo o complemento no Firefox chamado FireFTP).

Vetorização de Cartas Topográficas

Página do IBGE onde se encontra a orientação para produção sistemática de mapas:
http://www.ibge.com.br/home/geociencias/cartografia/vetori.shtm
http://www.ibge.com.br/home/geociencias/cartografia/validacao_da_vetori.shtm
Por se tratar de um documento, todo mapa deve ser produzido seguindo as normas e orientação do IBGE (e do Concar), pois produzir material cartográfico sem o mínimo conhecimento ou cuidados técnicos incorre em crime (de adulteração, falsificação, e outros que podem ser encontrados no Código Penal Brasileiro). Em resumo, como a cartografia é um dos pilares do geoprocessamento (e dos SIG, que são a materialização destes), é preciso seguir todas as orientações e normas referentes à produção e validação de mapas (mesmo os digitais).

Para tornar o assunto mais ameno, um site interessante que eu encontrei quando procurava um mapa indice da articulação das cartas 1:50.000 do Estado de São Paulo (é e acabei encontrando esse site do Paraná):
Instituto de Terras, Cartografia e Geociências – ITCG

Cartas Topográficas

"Nesta área encontram-se disponíveis Cartas Topográficas Rasterizadas, em formato TIFF e/ou JPG, não georreferenciadas, com exceção da escala 1:250.000 que possui dados vetoriais georreferenciados, no formato DWG. As cartas estão organizadas por escala e Mapa Índice (MI).
Ressalva-se que o acervo em formato digital das escalas 1:100.000 e 1:50.000 não se encontram completos, todavia, o ITCG busca atualizar os mesmos assim que possível."
É isso aí, se você precisava de um mapa topográfico de alguma região do Paraná é só baixar e vetorizar (seguindo as normas oficiais da cartografia brasileira, hein!).

Base Cartográfica Digital Contínua da Amazônia Legal na escala 1:100.000

O projeto, coordenado pelo Departamento de Zoneamento Territorial da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável, consiste na elaboração da Base Cartográfica Digital Contínua da Amazônia Legal na escala 1:100.000 que passará a integrar o Sistema Cartográfico Nacional. Este projeto foi executado pela Diretoria de Serviço Geográfico, do Exército brasileiro, e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e foi um dos grandes incentivadores à construção da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE), estabelecido pelo Decreto 6.666 de 2008. Como ponto de partida, foi feita a digitalização, atualização e validação das bases cartográficas analógicas elaboradas pelo estados que compõem a Amazônia Legal. Posteriormente, foram produzidas cartas para as áreas com vazios cartográficos, e estas também serão incorporadas à Mapoteca Nacional Digital da CONCAR…..
Continue lendo em: http://mapas.mma.gov.br/mapas/aplic/cartoamazonia/index.htm

Tecnologias de Geoprocessamento na Construção de Análises Temáticas

É um projeto do Dep. de Cartografia do Lab. de Geoprocessamento do IGC da UFMG, coordenado pela Professora Ana Clara Mourão Moura, e que disponibiliza material para difusão das novas tecnologias de Geoprocessamento, com apostilas e base de dados para exercícios (para os programas ArcView, Mapinfo e SPRING/TerraView) além de trabalhos em PDF publicados.
Acesse: http://www.cgp.igc.ufmg.br/projetos/peg2007grazi
Também tem o projeto "Novas Tecnologias de mensuração e difusão de dados do relevo".
Acesse:http://www.cgp.igc.ufmg.br/projetos/mde

Cartas Topográficas

O IBGE é o orgão oficial da Cartografia do Brasil e disponibiliza cartas topográficas do território nacional gratuitamente na forma vetorial (digitalizada), em diversas escalas. A maioria está disponível na escala 1:100.000, mas com sorte pode-se encontrar também em 1:50.000.
http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/download/arquivos/index1.shtm